terça-feira, 5 de julho de 2016

I Torneio Internacional de Mini-Voleibol

Aqui fica, para os devidos efeitos, porque no calor da luta a memória é de uma selectividade atroz, que a primeira equipa desportiva da ADCR Pereira a participar num Torneio Internacional foi a equipa de Mini-Voleibol em 1991 e não uma equipa, ou equipas, de futebol!

 
Já lá vão 25 anos, conforme atesta a imagem acima, do Jornal da Madeira, de 5 de Julho de 1991, o dia em que os 8 jovenzinhos, participantes neste Torneio, regressaram da pérola do atlântico.

 
Felizmente, passado este quarto de século, estão todos vivos e podem partilhar com todos nós essa experiência única!

 
A nossa Vila era assim, há 25 anos, um turbilhão de vida.
E hoje?

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Será este o nosso presente de aniversário?

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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Faltam só dois meses para as Bodas de Prata!

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terça-feira, 14 de junho de 2016

Pereira do Cancelamento

Já fomos
Não parece que agora somos
Ele é cancelar desfiles de vestidos de chita, torneios de futebol, noites de fado.
Enfim...
Será que também serão canceladas as mini-festas de S. Tiago deste ano?

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

The state of our toponymy!


Afinal é Casal do Mioto, conforme a informação que está aqui ou é Casal do Minhoto, como esta outra aqui?

E o que dizer, das informações vertidas no painel informativo, como mostra a foto acima, bem como do seu estado de conservação?

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sexta-feira, 3 de junho de 2016

E a rotunda no Alto Cavaco?


A imagem acima pode ser o símbolo máximo do estado de abandono em que está votada a rotunda do Alto Cavaco, pois que da altura a que ervas naquele local atingiram, pode depreender-se, que aquele espaço há já algum tempo não é intervencionado.
   

Ora, como aquele local é uma das entradas da Vila por onde, diariamente, passam milhares de carros, o que lhes apresentamos é este péssimo cartão-de-visita da nossa Vila e também do concelho?


Porque é que outros espaços ajardinados da Vila, são mantidos e bem, com uma determinda frequência, para que se não chegue ao estado da presente situação?

Uma Vila, dois regimes?

P.S. – Se à hora da publicação desta entrada esta situação estiver resolvida, resta-nos regozijar pelo facto.

Também não era o neste local em que era para ser colocada, a prometida, estátua à Vendedeira de Queijadas de Pereira?

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segunda-feira, 30 de maio de 2016

Dia da Criança na Vila de Pereira


Mais informações aqui: http://diadacrianca.pt/programa

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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Lembram-se do nosso Agrupamento de Escuteiros?

O extinto Agrupamento de Escuteiros 1074, de Pereira, com particular destaque para a última década do século passado, foi um movimento escutista onde passaram muitos dos nossos actuais trintões e não só.
Como no facebook, existe a página “Escuteiros Agrupamento 1074 – Pereira (reactivação)”, para reactivarem as suas actividades, que tal levarem a cabo um conjunto de acções públicas de grande impacto em toda a Vila?
Três exemplos:
Pintura das passadeiras para peões em toda a área da freguesia.
Limpeza de toda poluição visual.
Acções de sensibilização e pedagógicas, junto dos automobilistas, por forma a combater a anarquia que é o trânsito automóvel junto das zonas circundantes ao Ribeiro de Pereira.
Ficam as sugestões, porque “Uma vez escuteiro, para sempre escuteiro”, frase bem conhecida, proferida, pela primeira vez, em 1911, num encontro de escuteiros em Leicester, Inglaterra, por Lord Kitchener (1850-1916).
É que há pessoas, actualmente, com responsabilidades nos destinos da nossa Vila, mas não só, que passaram pelos Escuteiros, precisamente no Agrupamento 1074 de Pereira!

Será que já se não lembram das 10 leis do Escutismo e da sua Divisa?

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segunda-feira, 9 de maio de 2016

O "Adesivo" na Igreja da Misericórdia de Pereira

Porque uma imagem vale mais que mil palavras, as fotos abaixo são da Igreja da Misericórdia da Vila de Pereira, o nosso ex-líbris.
Um agradecimento a quem nos enviou este material fotográfico.
 
 





Deixamos, em modo de leitura rápida, esta questão, colocada em jeito de desafio, já na parte final do artigo de opinião, publicado ontem no Diário de Coimbra:
"Será que é impossível interromper temporariamente as festas da queijada, elevação da vila, outras e dinamizar um processo de luta e 'guerra ao adesivo' na Misericórdia?"


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terça-feira, 3 de maio de 2016

Porque hoje é dia 3 de Maio!

Cá deste lado do Rio...

O fado da Vila de Pereira!

Mais um documento, agora com quinze anos, mas de uma actualidade perene, confrangedora!

Citamos apenas a frase final: "Vale a pena meditar..."

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segunda-feira, 25 de abril de 2016

E a AMUQSL realizar um grande evento cultural?

Quando é que a AMUQSL realiza um grande evento cultural, bastante ecléctico, por contraponto à pouca expressividade, envolvência, vacuidade e vulgaridade doutras realizações nesta Vila?

O boletim “Aqui Acontece”, com distribuição quase restrita à urbanização, foi  como que um novo um  acordar das consciências há muito adormecidas.


Recorde-se que a Vila de Pereira teve, como importantes pilares formativos e informativos, três jornais:

A 14 de Janeiro de 1912, saiu "A União", órgão do Partido Republicano Portuguez.
O último número deste periódico, o 16, publicou-se em 11 de Agosto de 1912.

"Verdade", mas nos últimos números passou a titular-se de "A Verdade", viu a luz do dia no dia 17 de Outubro de 1913. Filiado no Partido Democrático, terminou a sua actividade em 15 de Maio de 1914, com a edição número 18.

Já nos anos finais do século passado, a defunta ADPP, edita, gratuitamente, com distribuição na feira mensal o "Voz de Pereira", cujo número zero saiu a 17 de Setembro de 1995, terminando dois anos depois.

É nesta senda, fiéis a esta forte tradição cultural - trazendo à lembrança apenas dois exemplos: o GMIR - Grupo Musical de Instrução e Recreio 28 de Janeiro, fundado em 1910, bem como a actividade frenética do mui saudoso Tronco Bar (e que enormíssima falta que hoje faz  nos tempos actuais!) -, que assim lançamos o desafio à AMUQSL de organizar um conjunto de eventos culturais multifacetados, que se desenvolvam por toda a Freguesia, na linha dos que organizam e que primam sempre pelo ineditismo, promoção e excelente organização.

Ficamos todos à espera!

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segunda-feira, 18 de abril de 2016

Fantasia? Quimera? Sonho?

Porque nos falta enorme audácia.

Porque não valorizamos o que é nosso.

Porque não sabemos cativar, reconhecer, acarinhar a nossa cada vez maior diáspora.

Porque não, essa diáspora, numa simbiose com a população autóctone e com os novos residentes, numa enorme união de esforços e de vontades, nos poderia ajudar a  sair do estado letárgico, comatoso, o nosso momento estertor?

É que quem olha de fora para dentro, tem sempre uma percepção, um olhar, uma análise diferente, daqueles que convivem bem com “deixa a andar, não te chateies, não te metas” mas que já dura há tanto tempo, que até já tem barbas!

Ainda haverão pessoas, na nossa Vila, com enorme audácia?

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Parabéns ao Grupo Folclórico pelas Bodas de Ouro!


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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Quase três anos depois, qual é o ponto de situação?


Ainda se recordam, os moradores da UQSL e não só, sobretudo aqueles que, nos termos do n.º 3 do artigo 27.º do DL 555/99, de 16 de Dezembro, assinaram, colectivamente ou individualmente, o documento de oposição ao pedido de alteração do loteamento da Quinta de São Luiz, Freguesia de Pereira, Montemor-o-Velho?

Passados quase três anos, não terão o mínimo de curiosidade em saber, qual foi o resultado obtido com esse documento de oposição?

Quem lhes vai responder?
A Câmara?
A Junta?
Ou a própria AMUQSL, que esteve na primeira linha da constestação, ao manifestar a sua veemente oposição, ao assumir como seu, o processo contra o pedido de alteração do loteamento da Quinta de São Luiz, Freguesia de Pereira, Montemor-o-Velho, publicado no edital n.º 34/2013 de 19 de Agosto de 2013?
E sabem, ao tempo, em 2013, quem votou a favor este pedido de alteração do loteamento?
 
E sabem, também, quem em 2013, votou contra este pedido de alteração do loteamento?

Não estaremos a falar de um investimento superior a 400.000 euros, pelo qual a AMQUSL se bateu galhardamente e, se avançar, como todos esperamos, mudará a face decrépita da parte central da Vila, mormente o seu centro cívico?


Publicamos aqui, com a devida vénia, o texto de Oposição à alteração do Loteamento da Urbanização Quinta de S. Luiz, cujo original está aqui.


“Referência:

Processo Administrativo n.º 4/2012.

Assunto: Oposição ao Projeto de Alteração ao Loteamento da Urbanização Quinta de São Luiz, Pereira, Montemor-o-Velho.
 
Pereira, 18 de setembro de 2013.

Nome, contribuinte n.º 000000000, titular do CC/BI n.º 00000000, residente na Urbanização Quinta de São Luiz, lote 00, andar e lado, na qualidade de proprietário da aludida fração, vem, nos termos do n.º 3 do artigo 27.º do DL 555/99, de 16 de dezembro, manifestar a sua oposição ao pedido de alteração do loteamento da Quinta de São Luiz, Freguesia de Pereira, Montemor-o-Velho, publicado no edital n.º 34/2013 de 19 de agosto de 2013.

A sociedade Prolote – Urbanizar, Construir, Compra e Venda de Imóveis, Lda., requereu junto do Município de Montemor-o-Velho o aditamento à operação de loteamento – processo n.º 11/1999 – com obras de urbanização titulada pelo alvará n.º 3/2003, de 9 de setembro.
 
No aludido requerimento, a Prolote propõe, entre outras:

A não execução das obras referentes à “ligação ao Tojal” contempladas nas obras gerais.

A não execução dos passeios na zona circundante do lote n.º 110 (confinante com o entroncamento na zona central de Pereira).

Alterações aos muros e escadas.

Na sequência da consulta efetuada junto do processo em apreço, entendo que as alterações propostas contendem com as minhas legítimas expetativas.
 

1 - Da não execução das obras referentes à “ligação ao Tojal” contempladas nas obras gerais.


Relativamente ao ponto n.º 1, não cuidou o Município de Montemor-o-Velho no sentido de assegurar o cumprimento do projeto de loteamento inicial. Na sequência de um parecer emanado pelo próprio Município – no dia 5 de junho de 2012 – foi taxativamente comunicado que a Câmara Municipal “não tinha interesse na execução do alargamento da via de ligação ao Tojal tal como consta do projecto de loteamento aprovado”.

A Câmara Municipal notificou a loteadora (Prolote) para que esta apresentasse um projeto de alterações tendente à “pavimentação com acabamento que permita o trânsito viário e pedonal devendo ainda ficar acautelado o encaminhamento das águas pluviais”. A aludida comunicação à Prolote, nos termos exatos em que se processou, suscitou ao loteador a errónea convicção da desvinculação do projeto inicial.

Muito se estranha que relativamente à referida via – contemplada no projeto inicial como parte integrante do loteamento – surjam agora dúvidas no que concerne ao cumprimento integral do projeto inicial.
 
A via em questão constitui um acesso de referência, pedonal e rodoviário, à Rua do Tojal, sendo utilizado por diversos moradores que se deslocam aos estabelecimentos comerciais contíguos, constituindo também uma via privilegiada para o acesso às povoações mais próximas, pelo que se torna de todo incompreensível a falta de zelo na proposta apresentada.


2 - Da não execução dos passeios na zona circundante do lote n.º 110 (confinante com o entroncamento na zona central de Pereira)

Quando se refere a “zona circundante do lote n.º 110”, olvida-se que a zona em questão constitui o principal acesso à Urbanização Quinta de São Luiz. É pela aludida via que os moradores da Urbanização se deslocam ao centro da Vila de Pereira e é também pela mesma que os moradores do centro de Pereira se deslocam para a Urbanização.

Uma parte substancial desse acesso, ao arrepio das mais elementares normas de segurança e acessibilidade, encontra-se totalmente desprovida de passeios.

A título meramente exemplificativo: um cidadão com dificuldades motoras, um idoso, ou até mesmo uma das muitas famílias com crianças, estão obrigados a circular em plena faixa de rodagem, expostos aos perigos inerentes e numa zona com um elevado índice de sinistralidade.

A curva aí situada tem sido palco de inúmeros e aparatosos despistes, resultando claro que a existência de passeios seria um elemento dissuasor para os condutores e uma garantia de segurança para as dezenas de peões que ali passam diariamente.

 
O projeto de loteamento inicialmente aprovado contemplava a construção de passeios. O técnico responsável pela sua elaboração terá, supostamente, outorgado um termo de declaração e verificado a exequibilidade da construção dos passeios.

A conclusão dos técnicos que posteriormente se deslocaram ao local foi a seguinte: “Analisada a nova planta de síntese verifica-se que efectivamente existem construções que impedem a execução do passeio na continuidade do lote n.º 110 inviabilizando a execução da obra. Já do lado oposto os técnicos eliminaram a execução do passeio na mesma direcção, ficando a área que integrou o domínio publico com a finalidade de passeio sem a obra executada, uma vez que na óptica destes não fará sentido fazer a obra uma vez que do lado oposto a sua execução não é viável face às construções existentes”.
 
Os factos alegados pelos técnicos são, com o devido respeito, totalmente desprovidos de lógica e racionalidade, visto que as construções atualmente existentes no local são exatamente as mesmas de outrora, pelo que muito se estranha a alegação de que estas obstam à conclusão dos passeios. A solução preconizada espelha leviandade na apreciação de questões fundamentais. A não implantação dos passeios, como previsto, obriga os peões a utilizarem a faixa de rodagem, continuando a enfrentar diariamente e de forma involuntária, sem qualquer alternativa, um perigo desnecessário.
 
A mera intenção de não se proceder à implantação total dos passeios, cuja existência está claramente prevista no plano de loteamento inicial, constitui um enorme desrespeito pela população. Eu adquiri a minha fração com a legítima expetativa de vir a habitar num local que permita a minha livre circulação em condições de total segurança.

O Município de Montemor-o-Velho dispõe de diversos mecanismos legais tendentes à regularização da situação em apreço, não sendo sequer admissível a passividade num tema tão grave como este.


3 - Das alterações aos muros e escadas.

Face à complexidade e especificidade de tais construções, entendo que devem ser os técnicos da Câmara Municipal os responsáveis pela análise minuciosa a cada muro e escada em questão, atendendo à necessidade de garantir salubridade e segurança.
 
É importante salientar que reconheço a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho como tecnicamente capaz de garantir a segurança das edificações e áreas envolventes, daí decorrendo responsabilidades caso venham a ocorrer quaisquer danos consequentes da não construção de tais muros.
 
Nos termos da lei, face a todo o exposto, venho manifestar a minha oposição quanto à não execução dos passeios na zona circundante do lote n.º 110 (confinante com o entroncamento na zona central de Pereira).
 
Atendendo a que a não conclusão das obras previstas nos pontos n.º 1 e n.º 3 representa uma redução significativa dos custos suportados pelo loteador, entendo ainda que o próprio Município deve negociar com a Prolote os termos alternativos para um entendimento, nomeadamente a reparação e ampliação dos parques infantis, bem como a disponibilização de outros equipamentos urbanos.”

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Porque hoje é o dia das mentiras!

A partir da meia-noite de hoje já se pode voltar a circular, a pé, em ambos os sentidos, na rua José Augusto Mendes dos Santos.
Finalmente, até porque o prazo de execução da obra terminou a 17 de Junho 2015!
Espera lá: hoje é dia primeiro de Abril, dia das mentiras!
Porra!
Mas esta situação é sustentável até quando?

Republicamos, abaixo, com as devidas alterações, a publicação de 2015 sobre o dia das mentiras.

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quinta-feira, 31 de março de 2016

A verdade a quem incomóda?

Se esta situação fosse nas gestões da freguesia de Pereira do "PPD/PSD" cá da terra, logo haveria uma chuva de comunicados, com títulos icónicos: “Pereira merece outro respeito…"
Mas, como, infelizmente, as oposições "PPD/PSD" e CDU são acéfalas, está tudo bem!

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segunda-feira, 28 de março de 2016

As contas das nossas festas


Assim, deste modo, não há lugar a conjecturas, pensamentos, comentários depreciativos e desconfianças.

Aqui está uma resposta cabal - um exemplo a seguir-, para aqueles que ainda ousam brandir, com grande veemência, as habituais bandeiras das suspeições, das desconfianças, mas que vivem muito bem dentro das nebulosas, no mundo da opacidade.

Que mais este exemplo, dado pelas gentes dos Montes de Cima, faça escola.
Que espicace as demais comissões de festas - algumas do mesmo ano das contas que agora publicamos e, cujos alguns elementos, se arvoram em exemplos maiores de cidadania.

Nestes, como noutros eventos similares, o habitual peditório está na primeira linha das prioridades e a apresentação pública das contas fica, quase sempre, pelas calendas gregas, no seio de meia-dúzia de seres, entre outros tantos silêncios, comprados ou com comprometimentos futuros.

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segunda-feira, 21 de março de 2016

Parabéns ao nosso maior Embaixador!

Dada a ausência de informação deste género, alusiva às Bodas de Ouro do Grupo Folclórico, decidimos fazer a montagem acima.
Esta situação, ausência de informação em outdoors e outros locais, leva-nos a perguntar: placas para que vos quero?
O Grupo Folclórico foi, durante os últimos 50 anos - e continua a sê-lo-, o embaixador-mor, em termos culturais, com um trabalho meticuloso no que concerne à recolha, reconstituição e divulgação da Cultura do Baixo Mondego considerado, justissimamente, o Museu Ambulante do Traje.

As gentes da nossa Vila e não só, devem orgulhar-se disso.
Devem fazer-lhe uma vénia.
Render-lhe a devida homenagem.
O Grupo de Pereira merece ser alvo de outro tipo de trato.
Paremos um pouco para pensar nas numerosas páginas de história que este Grupo já escreveu, das grandes e numerosas alegrias que já proporcionou.
As tristezas não só chamadas à liça num momento destes.

Olhe-mos para a sua história.
Sejamos mais humildes aprendendo algo com ela.

O nosso Grupo tem associada ainda uma outra vertente que se entronca com a etnografia, com o folclore e as tradições orais: a divulgação da Queijada de Pereira, já referida no Foral de D. Manuel I, de 1 de Dezembro de 1513 e pintadas por Josefa de Ayala Figueira, conhecida como Josefa de Óbidos (20 de fevereiro de 1630, Sevilha, Espanha, 2 de julho de 1684, Óbidos) no quadro Natureza Morta com Doces e Barros, com data provável de 1676.

Mais se orgulha este Grupo de possuir, no seu valiosíssimo espólio, o traje de Vendedeira de Queijadas, traje esse, que tem sempre lugar de grande destaque, quer pela sua raríssima beleza e sumptuosidade, mas também pela sua simbiose com a melopeia do pregão - uma raridade etnográfica em rápida extinção -, que a senhora que o enverga, faz ressoar em qualquer palco, terraço ou terreiro, num dos muitos e conceituados locais, quer em Portugal, quer além-fronteiras, onde este Grupo já brilhou e vai continuar a brilhar.

Para finalizar colocamos estas duas questões:
No dia 22 de Maio, de ano transacto, foi assinada a escritura de constituição da APQP – Associação de Produtores da Queijada de Pereira, porque não, esta instituição, colocar um outdoor a assinalar as Bodas de Ouro do Grupo Folclórico da Vila de Pereira?

Mas para além desta instituição, não há outras na Vila, e não só, que poderiam e deviam, também elas, elaborar um outdoor a assinalar data única?
Porque não?

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segunda-feira, 14 de março de 2016

Acordem Montes de Cima!

Anacrónico.

Este é o adjectivo exacto para qualificar o erro que cometemos, aquando da publicação sobre o jogo entre os Solteiros e os Casados do bairro dos Montes de Cima, no passado dia 29 de Fevereiro.
Esse anacronismo, sobre o qual nos penitenciamos, do qual pedimos humildemente desculpas, foi um lapso e somente um lapso, não querendo colocar em causa ou apagar dos anais da história a data fundadora deste convívio, nem dos seus bravos pioneiros.

Errámos!

Não era nossa intenção.

Mas não fizemos bem o nosso trabalho e isso tem sempre consequências.

Assim, tivemos de ouvir o clamor da indignação das suas gentes contra essa falta de rigor.

De certa forma, sentimos, que ferimos os Montes de Cima, que é o bairro mais cosmopolita de toda a Freguesia.

A sua forma de agregar, o seu empenho, o seu labor, estão patentes nas iniciativas que levam a acabo, além de ser, este bairro, um enorme ninho de pessoas que ficarão eternamente ligadas aos tempos áureos do associativismo e da política, nos anos a seguir à aurora de Abril e até ao início deste século.

Pese embora o erro cometido, ainda assim, conseguimos que se abrisse o livro da história dos Solteiros vs. Casados dos Montes de Cima.

Não basta passar aos vindouros a boa tradição de jogar sempre, em dia de sexta-feira santa, há também que conhecer a origem, a génese deste evento sócio-desportivo que, a par com as festas de Nossa Senhora do Monte, são dois enormes raios de luz que iluminam os dias por oposição às longas trevas que há muito se abateram sobre a Vila de Pereira.

Mais uma vez, as nossas desculpas!

E quando é que repõem, conforme prometido, os dois sentidos na principal artéria deste bairro: a Rua José Augusto Mendes dos Santos?

Acordem Montes de Cima!

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Só falta um mês para as Bodas de Ouro!


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quarta-feira, 9 de março de 2016

Manhã de luz!


A propósito de um artigo no Diário de Coimbra de hoje, aqui ficam dois excertos das Actas da Assembleia de Freguesia da nossa Vila do ano de 2013.
 
“Sobre o Centro de Saúde, o presidente da JF irá ter uma reunião com o presidente da ARS, Dr. Tereso, no sentido de, face à falta de condições, o Centro de Saúde ser instalado no edifício da JF, dividindo-se o espaço da forma mais conveniente. Quanto ao actual edifício do Centro de Saúde, poderá ser cedido a uma das entidades de Pereira.
Sobre este assunto, o senhor José Rasteiro referiu que será uma forma de rentabilizar o espaço do edifício da JF e lamentou que seja de forma provisória que depois será definitiva, alertando, no entanto, que a JF deverá retirar as devidas compensações financeiras, ou seja, deverá ser a ARS a suportar as despesas inerentes ao reajustamento do edifício, assim como estarmos atentos a possíveis habilidades por parte do presidente da ARS. Concluiu, dizendo que será uma boa proposta de solução, pecando por ser definitivamente provisória.”
Excerto da Acta n.º 1/2013, de 26 de Abril de 2013, da Assembleia de Freguesia de Pereira
 
“Por último, e sobre a reunião que teve com a ARS, o Presidente da JF apresentou o projeto para a hipótese do Centro Saúde ser instalado na sede da JF, como já informara esta Assembleia. Aqueles serviços concordaram com o projeto e, posteriormente, deslocaram-se a Pereira técnicos da ARS que manifestaram o seu agrado pelas instalações, aceitando ser a ARS a suportar as obras necessárias. Em princípio as obras arrancarão para os finais de outubro.
Informou ainda que lhe terão dito que não estará fora de hipótese uma Unidade de Saúde Familiar em Pereira.”
Excerto da Acta n.º 2/2013, de 28 de Junho de 2013, da Assembleia de Freguesia de Pereira
 
Para avivar a memória de algumas pessoas, a quem a falta dela se usa como desculpa recorrente, aqui fica esta entrada de 13 de Abril de 2009:

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segunda-feira, 7 de março de 2016

E esta sugestão cultural para as Bodas de Prata?

A Cultura: uma alavanca para o desenvolvimento local

Por Bernard Kayser

“As diferenças entre regiões, localidades, aldeias, entre gerações e entre grupos sociais são sobretudo diferenças culturais.
Em vez de procurar esquecê-las, ou deixá-las esquecer, não será melhor procurar afirmá-las e promovê-las?

É preciso deixar de considerar o desenvolvimento cultural como um luxo supérfulo e reconhecê-lo como um motor do desenvolvimento económico e social.”

Texto completo aqui.

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Solteiros vs. Casados procuram campo de futebol

Em 2017, o futebol de "alta competição", que é apanágio dos convívios de sexta-feira santa, dos moradores do bairro dos Montes de Cima, completa a sua XXV edição, portanto, as Bodas de Prata.

Numa sociedade cada vez mais fechada sobre si mesmo, egoísta, onde o vil metal comanda (às vezes mal) o pensamento e as açcões – a infância, a juventude e parte da idade adulta, anos de sã e enorme convivência, mas como que num simples toque no delete foram apagados da memória de meia-dúzia de pessoas, que sentem um certo endeusamento que uns euritos a mais na carteira lhes parece conferir e legitimar e ainda porque têm de manter um certo status social e não haver misturas com a ralé –, o jogo dos entre os Solteiros e Casados dos Montes de Cima, continua a ser aquele evento, na nossa Vila, que suscita sempre a curiosidade dos demais Pereirenses.

Que tal esta sugestão: no ano em que se comemoram as ditas Bodas de Prata, a comissão para 2017, pelo lado dos casados, não pode ser esta: Nando Zé, Fernando Mendes, João Esteves e António Ramos?
Desculpem a nossa ingerência, mas era uma justíssima homenagem à primeira comissão.
Esperamos que o nosso Santo Estêvão faça, não um, mas dois milagres, porque os Montes de Cima vivem o seu momento estertor e, concomitantemente, a Freguesia de Pereira!
O cartaz do primeiro convívio de 17 de Abril de 1992 está aqui!

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

E, lá voltamos, outra vez, à Ponte Paço!

E assim vão passando os anos.
E assim continua adiada uma obra estruturante, não só para a Vila de Pereira, mas como também para outras freguesias limítrofes.

 

E nestes quase 8 anos, sobre a moção que abaixo republicamos,  já vamos com os seguintes números de governança: 3 Primeiros-Ministros, 2 Presidentes da nossa Câmara Municipal e 3 Presidentes da Junta de Freguesia da nossa Vila!

A culpa dos sucessivos adiamentos da obra de construção da nova Ponte do Paço, será que é do pato-real, da garça-real, da garça-vermelha, do Tartaranhão-ruivo-dos-pauis, do galeirão, da galinha-d'água, do rouxinol-pequeno-dos-caniços e da felosa-unicolor, espécies que habitam o Paul de Arzila, cuja Reserva Natural foi criada através do Decreto-Lei n.º 219/88, de 27 de Junho?
Estamos em crer que não!


MOÇÃO SOBRE A PONTE DO PAÇO
30 de Abril de 2008

"Vem os membros desta Assembleia Municipal, António Pedro do Partido Socialista e Paulo Redondo, do PSD/PP, apresentar MOÇÃO sobre a Ponte do Paço no limite do concelho Montemor/Coimbra e Freguesias Pereira/Arzila.


1º Tendo este Município feito a requalificação da EN 341, dando maiores condições de segurança rodoviária nesta via, ficou pendente a ligação entre Municípios via Ponte do Paço, uma vez que o projecto de construir uma nova ponte com 2 sentidos não foi concretizado, devido á intervenção da Junta Freguesia de Arzila e da Câmara Municipal de Coimbra.


2º Reconhecendo que territorialmente a ponte pertence ao Município de Coimbra, manifestamos o nosso desagrado pelo facto de ao longo destes últimos 3 anos , a Câmara de Coimbra não ter solucionado esta questão pelos seus próprios meios, nem tendo aceitado a colaboração da Câmara de Montemor-o-Velho, que tinha no caderno de encargos e projecto a executar para a EN 341, uma nova ponte.


3º No passado dia 3 de Abril, uma 5ª feira, afim de confirmar o fluxo de tráfego neste local, levaram as freguesias de Santo Varão e Pereira a efeito uma medição de tráfego no período das 7h ás 20h 30m, tendo sido registado 11.016 viaturas, sendo perspectavel que no período de 24h o numero possa atingir as 14.000 viaturas diárias.


Se atendermos que nesta ponte não cruzam duas viaturas, é um facto o afunilamento do tráfego no local e longas filas nos períodos de ponta, bem como inúmeros sinistros rodoviários, visto que a ponte é em lomba, sendo a visibilidade reduzida de um lado para o outro.


4º Pelo fluxo de tráfego, merecia esta situação uma outra atenção por parte das nossas Autarquias vizinhas (Coimbra e Arzila).
Relembramos que a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho recolheu pareceres junto das entidades competentes, nomeadamente IPA, sobre o valor histórico da referida ponte, retirando estes a argumentação apresentada pela Freguesia de Arzila sobre o valor histórico da mesma.


Solicitamos aprovação desta Moção, por esta Assembleia por forma a serem defendidos os interesses concelhios deste Município, sendo dado conhecimento ás seguintes entidades:

Assembleia Municipal de Coimbra
Câmara Municipal de Coimbra
Assembleia de Freguesia de Arzila
Junta Freguesia de Arzila
Governo Civil de Coimbra

Paços do Município, 30 de Abril de 2008"

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

E se a variante às EN 341 e 347 já existisse?

Se a variante às EN 341 e 347 já existisse - desde o último sábado e sabe-se lá até quando-, será que as populações da vetusta Vila de Pereira e de outras localidades limítrofes, tinham de andar por caminhos alternativos – alguns bastante degradados, para se deslocarem para os seus empregos, para levarem os filhos à escola ou, simplesmente, para darem um merecido passeio de fim-de-semana?
 
Passem nas vias dos concelhos limítrofes e comprarem com as nossas. Até confrange!

Oito anos é demasiado tempo!
Pereira merece outro respeito!

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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Estamos no Carnaval. Será que levam a mal?

Este Arco não ficava muito bem na entrada para a urbanização Quinta S. Luiz?

Pelo menos dava um ar de modernidade, reabilitava aquela entrada, simboliza, ou melhor, sublimava, o corte entre o casco velho e o casco novo, qual símbolo ao enormíssimo divisionismo que grassa, como erva daninha, por toda a nossa Freguesia.

Esta espécie de portal poderia até ter uma entrada activada com chip, tipo via verde.

Era giro!

E porque não, por cada entrada ou saída, reverter um cêntimo para ajudar a custear o corte dos espaços verdes, a poda de árvores ou o sistema de rega?

Pelo menos ficava bem melhor do que a porcaria em que aquela entrada se encontra!

O povo está sereno!

Demasiadamente sereno.

Parece anestesiado!

Quem o anestesiou?

Porquê?

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Pereira: uma terra sem alma

Parabéns Basílio Rasteiro pelo seu texto.

Pela coragem. Pelo arejamento. Pela frescura e frontalidade.

O seu artigo de opinião, que hoje vem publicado num diário da cidade do conhecimento, revela a sua permanente e grande atenção, enorme carinho pelo torrão que o viu nascer e que, ao contrário de muitos que se julgam iluminados, esses que menosprezam, ignoram e abjectam os simples, é a nossa Vila a sua escolha para viver, ao invés dalguma dessa gente.

Manifesta profundas mágoas, mágoas essas que nós, desde há oito anos, andamos aqui a carpir.

Andamos há oito anos a identificar problemas, a apontar soluções, mas também a sublimar, tal como o fez no seu texto de hoje, os Pereirenses que, tanto cá, como pela diáspora, são dignos de menção pelos seus feitos.

Basta ler, mas como um outro olhar, parte das nossas publicações e verá que os problemas, os anseios, o reconhecimento do mérito de muitos concidadãos, aquilo que verteu no seu artigo de opinião, há já muito que foram objecto da nossa atenção.

Endereçamos-lhe, a terminar, o nosso pedido de desculpas por utilizarmos nesta publicação o mesmo título que deu ao seu texto.

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